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Editado e Respondido por Oseas em 02-Aug-2014 01:10 (927 Lidas)



Presente em duas ou quatro rodas, dependendo do ve?culo, as pastilhas est?o na ponta do sistema de freio e s?o as principais responsáveis por seu carro parar com seguran?a. Mas voce se sabe quando trocá-las e quais sinais indicam que a peça está gasta? Elas devem passar por constantes verificações para não falharem quando mais se precisa.

As pastilhas fazem as rodas pararem devido ao contato com o disco de freio. A duração está diretamente ligada à forma de uso. Se for um carro que transita frequentemente dentro de cidades, onde é necessário frear constantemente em engarrafamentos, cruzamentos ou sinais fechados, elas serão gastas em menos tempo. A recomendação de fabricantes como a Fras-le é observar o que diz o manual do proprietário, mas sempre nas revisões é indicado que se avalie como está o sistema.

Os engenheiros de projetos da Fras-le, apontam algumas associações que podem indicar ao condutor que as pastilhas precisam ser verificadas. Quanto o motorista pode perceber que o veículo está demorando mais para frear ou ter um sentimento que o pedal fica mais xoxo ou perceber ruídos incomuns na hora da frenagem, podem indicar um desgaste tão grande que a plaqueta do freio já pega no disco.

Nesse último caso, o desgaste na pastilha pode começar a afetar o próprio disco de freio. Se chegar nesse ponto, vai danificar o disco e ter perda de eficiência, pois terá o contato de duas partes metálicas. Talvez seja necessário até substituir o disco”, ressalta. A troca do disco é necessária se a avaria for forte o suficiente para abrir sulcos muito profundos. Caso eles não sejam tão intensos, pode ser feita retificação, desde que não atinja a espessura mínima indicada pelo fabricante.

Na maioria dos veículos brasileiros só são encontradas pastilhas nas rodas dianteiras, que utilizam freio à disco, enquanto na traseira é usado o tambor. Mas mesmo nos carros que possuem disco nas quatro rodas o eixo da frente costuma ser mais utilizado na frenagem. “O traseiro é mais para a estabilização do veículo”, comenta Roman. Mas ele lembra que as montadoras costumam compensar isso ao instalar pastilhas menores nas rodas de trás, para que todas sejam trocadas ao mesmo tempo.

Para manter as pastilhas em boas condições e aumentar sua vida útil, algumas dicas podem ser seguidas. A primeira delas é usar peças indicadas pela montadora. Na hora de trocá-las, também é recomendado fazer a retificação dos discos de freio, para que as duas superfícies fiquem lisas. “Se tiver sulcos, pode gerar problemas na pastilha nova”, aponta Roman. Freadas bruscas constantes podem diminuir a vida útil das peças.

O recomendando é verificar a situação das pastilhas a cada 10 mil quilômetros.


Editado e Respondido por Oseas em 02-Aug-2014 00:35 (1307 Lidas)


O prazo para a troca de óleo depende de diversos fatores, todos indicados no manual do proprietário de cada veículo, e não seguir as recomendações fo fabricante pode prejudicar o motor. Óleo velho diminui a durabilidade do motor e pode, no limite, fundir a peça.

Geralmente a quilometragem recomendada para a troca varia de 3 mil a 10 mil km, ou entre seis meses e um ano, dependendo do uso do carro, do clima da região e do tipo do motor, tudo especificado no manual. Quando se faz uso ‘severo’ (por exemplo, andar pequenas distâncias e em baixas velocidades) devem trocar com mais freqüência.

É recomendável também que o óleo colocado no carro seja do tipo adequado para o veículo. O manual costuma indicar também a viscosidade e a aditivação ideal, sempre de acordo com o uso do veículo.

Sete dicas para não errar com o óleo do carro
Para quem vai pegar a estrada (por exemplo nas festas de fim de ano ou em feriados) uma das prioridades na revisão do carro é o óleo. Componente fundamental para o bom funcionamento do motor, o lubrificante, porém, é cercado de mitos e dúvidas.

Veja, abaixo, sete dicas para não errar na hora de conferir, comprar ou trocar o óleo.

1 - Troca
Ela deve ser feita quando atingir o período recomendado pelo fabricante. Essa informação está bem clara no manual do proprietário. Se você ainda não sabe, consulte o manual. Além do prazo, lá consta o tipo de óleo e quantos litros devem ser usados. Quase todas as montadoras recomendam antecipar a troca de óleo em carros com “uso severo”. Isso vale, principalmente, para veículos que andam muito em engarrafamentos.

2 - Completar o nível
Com o uso do carro, o nível do óleo baixa um pouco devido às folgas do motor e à queima parcial na câmara de combustão. Assim, enquanto não chegar a hora da troca do óleo, deve-se completar o nível. Não há nada de errado nisso. As montadoras consideram normal baixar de meio litro a um litro de óleo a cada 1 mil quilômetros rodados, dependendo do modelo.

3 - Local
O óleo do carro deve preferencialmente ser trocado num posto ou oficina. A medição do nível deve ser feita em um local plano e com o motor frio, preferencialmente após 10 minutos do carro parado. Se o nível estiver entre o mínimo e o máximo, não há necessidade de completar.

4 - Temperatura do motor
Para a retirada do óleo na hora da troca, é bom o que o motor esteja quente. Assim, o óleo ficará mais fluido e fino.

5 - Filtro
Sempre que trocar de óleo, troque também o filtro de óleo. Isso irá garantir que seu motor não fique impregnado por impurezas.

6 - Óleo preto
Esqueça aquela história de que óleo preto significa que está velho. Pelo contrário, se está preto é porque está lubrificando corretamente. O que vale são os prazos de troca que constam no manual do proprietário.

7 - Óleo velho
Sim, óleo fica velho. Caso o motorista rode pouco e não alcance a quilometragem estipulada para a troca, precisa substituir o lubrificante após seis meses. Depois desse prazo, o óleo velho pode prejudicar a bomba de óleo, que é a responsável por manter em dia a lubrificação do motor do carro.


Auto-Estima ]
Editado e Respondido por Oseas em 01-Jul-2010 23:08 (994 Lidas)
01. Atenda no máximo até terceiro toque!!!
Demora no atendimento passa uma idéia de desinteresse e de desatenção pra a pessoa que está ligando.

02. Identifique-se, e não diga Alô!
Diga o nome da sua empresa, o seu nome e a saudação como: bom dia! Boa tarde! Ou boa noite!

03. Tenha lápis e papel sempre a mão!
Não confie na memória. Anote o nome do interlocutor e o ponto básicos da conversa.

04. Seja simpático e Cortez!
Procure tratar todas as pessoas com simpatia e cortesia

05. Evite deixar esperando quem ligou!
Ninguém gosta de esperar, de opções para quem ligou.


Auto-Estima ]
Editado e Respondido por Oseas em 01-Jul-2010 22:54 (997 Lidas)
Cerca de 80% do sucesso de um vendedor se deve à sua atitude. Só os restantes 20% são relativos à sua aptidão técnica. Os vendedores de sucesso são pessoas confiantes, sabem como provocar uma compra de modo firme, mas amigável. Têm uma atitude positiva perante a vida.

É essa mentalidade vencedora que faz a diferença entre o sucesso, e o fracasso, de uma venda.

Em cada passo do processo de venda é necessário aprender técnicas que mantenham essa atitude vencedora:


• Na fase de prospecção, deve preparar as perguntas aos clientes antes de pegar no telefone ou ir bater em sua porta.

• Ao apresentar um produto, deve concentrar-se em vender soluções que respondam aos problemas concretos do cliente.

• Ao fechar uma venda, deve antecipar as eventuais objeções, incluindo as relativas ao preço.

• Antes de conhecer melhor cada uma destas fases, nunca se esqueça que a diferença entre boas e más vendas não está no produto, nos clientes ou na área geográfica onde atua, mas somente em você.